Em seu terceiro mandato, Adriano Diogo continuou a desenvolver seu trabalho junto à periferia de São Paulo e apresentou projetos de leis de grande relevância para o cenário político da cidade.
Utilizou-se do Ministério Público e dos meios de comunicação para denunciar as obras superfaturadas, a corrupção nas administrações regionais, os desmandos no PAS e mais uma infinidade de irregularidades cometidas por Pitta na Prefeitura.
No seu terceiro mandato, são destaques:
> o teste do pezinho, lei de sua autoria, passou a ser obrigatório em toda a rede municipal de saúde; o teste pode diagnosticar doenças como a Fenilcetonúria e o Hipotireoidismo Congênito, que causam deficiência mental;
> aprovou lei que cria o Guia de Saúde para o município de São Paulo, com informações sobre todas as unidades de saúde, hospitais e maternidades, com horários, serviços e número de leitos disponíveis;
> elaborou projeto de lei que determina a implantação do PSF - Programa de Saúde da Família em todo o município; o PSF substitui o modelo tradicional de assistência médica, levando a saúde para dentro das casas e mais perto da família. O atendimento é humanizado e voltado para os problemas específicos de cada região, com a participação da comunidade;
> enviou de dezenas de representações ao Ministério Público com denúncias de superfaturamento, notas fiscais frias, desvio de dinheiro, negligência médica, sumiço de medicamentos e improbidades administrativas cometidas pelo PAS; muitas resultaram em ações civis públicas;
> é autor do pedido de abertura de uma CPI - Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o PAS; não conseguiu aprovação porque a maioria dos vereadores apoiava o governo Pitta;
> após encaminhar representação ao Ministério Público e liderar uma grande campanha popular, Adriano Diogo conseguiu que o incinerador da Ponte Pequena fosse desativado, por ordem judicial, porque poluía a região e comprometia a saúde da população;
> realizou várias atividades de combate à violência, que resultaram na elaboração do mapa da violência da cidade de São Paulo; o mapa, que divulga os índices de homicídios cometidos na capital, foi divulgado em vários locais, principalmente nas escolas, e é muito utilizado por professores, nos trabalhos realizados com os alunos; o material também contém os princípios do Manifesto 2000 da UNESCO: Por Uma Cultura de Paz;
> organizou seminários e debates sobre os alimentos transgênicos e apresentou projetos de lei referentes ao assunto, entre eles o que determina a colocação de rótulos em alimentos geneticamente modificados, nacionais e importados e o que proíbe a compra desses produtos por escolas, creches e hospitais municipais.
> incentivou a formação de cooperativas de catadores de materiais recicláveis que, mesmo sem o apoio da administração de Pitta, realizavam o trabalho de selecionar o lixo reaproveitável;
> apresentou projeto de lei que cria o Mova - Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos, com a participação de entidades e organizações populares; trabalho que foi desenvolvido pela gestão do PT na cidade, mas desativado pelas administrações de Maluf e Pitta;
> sua luta por moradia gerou três projetos de lei: o Conselho Municipal de Habitação, a compra de terra pelos movimentos de moradia e a regularização de loteamentos clandestinos;
> como representante da luta pelos direitos humanos na Câmara, Adriano Diogo realizou dezenas de eventos e debates sobre o assunto; merecem destaque duas atividades de extrema importância: trouxe para um depoimento na Câmara a timorense Fátima Guterres que foi torturada durante meses pelos indonésios - quando poucas pessoas no Brasil conheciam o Timor Leste -; e organizou uma mesa de discussão na USP para relembrar os 25 anos da morte de Alexandre Vannucchi Leme, estudante de geologia que foi torturado e assassinado pelo regime militar.
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